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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

História da Música: Idade Média

Na Idade Média a sociedade sofre inúmeras transformações. A música, acompanhando essa evolução, também se modifica. A música cristã utiliza apenas textos sagrados sendo, no início, apenas vocal e monódica (a uma voz), baseada no canto falado e sem acompanhamento instrumental. O canto oficial da igreja católica passou a ser o canto gregoriano.









Mas nem só a música religiosa se desenvolveu. Também a música profana (não religiosa) se foi executando de forma mais livre, não só pelo povo como também pela aristocracia (nobres).


O povo cantava mais canções de ofícios que os ajudava na manutenção do ritmo do seu trabalho e os nobre, através dos trovadores, usavam a música para falarem do amor, na natureza e das cruzadas.



Nesta época surgem os menestréis (cantores-poetas) e os jograis da corte que substituiam os trovadores quando estes não se podiam deslocar às cortes vizinhas. Este tipo de viagens fizeram com que a música se difundisse de forma acentuada pela Europa fora.


Mais tarde, a música vai dividir-se em música popular e erudita. Muitas das obras que se conhecem hoje em dia, referentes a esta época são de autores anónimos (não era habitual as obras serem assinadas).


Alguns dos músicos que podemos destacar são Léonin e Pérotin, músicos franceses. Em Portugal, destaca-se o nome do rei D. Dinis que também foi músico e que muito contribuiu para a divulgação da música, especialmente pela criação da Universidade que incluía a disciplina de Música.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

História da Música: antiguidade greco-romana

A Grécia foi muito importante para o desenvolvimento artístico mundial. Nessa época viveram grandes estudiosos como Platão, Homero e Pitágoras (que também foi músico). A música grega tinha, também aqui, uma função social e religiosa. Os coros faziam parte integrante das comunidades. Em todas as manifestações sociais (religiosas ou não) havia música. Essencialmente vocal, existiam alguns instrumentos como a lira, o órgão hidráulico e diversos tipos de flautas, para além de inúmeros instrumentos de percussão.


Cerca de 500 anos a. C., os romanos conquistaram a Grécia assimilando alguns aspetos da sua sua cultura. A música romana passa a tornar-se importante nos feitos militares, desenvolvendo-se instrumentos com maior potência sonora.


Havia grupos instrumentais e corais, mas os romanos davam preferência aos instrumentos de sopro. Começou a haver orquestras privativas nas casas dos senhores da alta sociedade e foi em Roma que surgiu o conceito de tournée, havendo já digressões musicais por várias localidades, nesta época.







História da Música: antiguidade oriental


No Egito a música era normalmente composta por cantos acompanhados por instrumentos e executada em várias cerimónias. Os faraós tinham ao seu serviço músicos privativos. A música ganhou importância a nível social, fazendo parte da formação dos cidadãos. No entanto, até à Idade Média, a música é apenas vista como um ritual e não como forma de arte.





História da Música: Pré-História

Crê-se que a música existe desde os mais remotos tempos da Humanidade. Quase podemos dizer que ela passou a existir com o surgimento do Homem e as suas necessidades de comunicação. São disso prova evidente algumas figuras rupestres encontradas em grutas e cavernas. Também foram encontrados pequenos instrumentos musicais produzidos com materiais da natureza, como por exemplo ossos rapidamente transformados em flautas ou apitos.